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Festas da Praia da Vitória 2005

Presidente da Câmara – José Fernando Gomes

Presidente da Comissão das Festas – Diana Valadão

José Fernando Gomes foi Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória em 1993, cargo que ocupou até 2005.
Dois anos antes, em 1991, Carlos Lima, seu antecessor, tinha dado o mote para a realização das Festas em data própria, Agosto, na sequência da ruptura com Angra do Heroísmo, na realização alternada das Sanjoaninas, o que ocorreu em 1987.
A partir de 1991 a Praia da Vitória passou a ter, até hoje, as suas próprias Festas.
Quando chegou à Câmara em 2003, José Fernando Gomes, teve de encontrar um modelo de Festa que, diz no depoimento abaixo, se mantém até hoje.
Por um lado criando um calendário anual para a realização das festas e colocando todo o cuidado na divulgação das mesmas, especialmente, junto da Diáspora nos Estados Unidos e Canadá.
O Autarca, que se manteve à frente dos destinos da Câmara até 2005, procurou, com a sua equipa, novas propostas das quais se destacam a Feira de Gastronomia e a aquisição, mais tarde, de uma tenda para a realização dos espectáculos musicais.
José Fernando Gomes, neste mesmo depoimento, afirma que é chegada a altura de inovar e apresentar um modelo novo e “refrescado” das festas praienses.
Um depoimento que pode ouvir na íntegra aqui abaixo.


Presidente da Comissão das Festas – Diana Valadão

Diana Valadão foi a Presidente da Comissão das Festas da Praia da Vitória em 2005.
Através do seu depoimento que pode ouvir, na íntegra, aqui em baixo dá-nos conta de forma impressiva do trabalho desenvolvido pela equipa que liderou e das emoções vividas.

 
Marcha Oficial das Festas da Praia – 2005

 
 

GALERIA DE VIDEOS

 

Carlos Parreira - Coordenador da Feira de Gastronomia

Quando teve a ideia de colocar de pé a Feira da Gastronomia, Carlos Parreira, quis desde logo assegurar padrões de qualidade e que a mesma fosse genuína, isto é, com produtos certificados, coisa que ele próprio supervisionava no transitário aquando do embarque dos mesmos.
Recorda que ao princípio não foi fácil convencer os restaurantes nacionais a aderirem ao projecto porque os mesmos consideravam que não havia público suficiente.
Depois do sucesso da primeira feira deu-se justamente o contrário, ou seja passou a coordenação da feira a selecionar os que viriam tanta era a procura.
Carlos Parreira recorda, em particular, o reconhecimento da qualidade da feira gastronómica por parte dos galegos que vinham participar na mesma.
Considera que hoje o modelo de feira das festas está esgotado e apela para que se aproveite o interregno de 2020 para que seja possível recolocá-la no “caminho certo”.
Um interessante depoimento que pode ver, na íntegra, aqui em baixo.

 

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