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Festas da Praia da Vitória a partir de 1993

Presidente da Câmara – José Fernando Gomes

A criação de um modelo que se mantém até hoje

José Fernando Gomes foi Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória em 1993.
Dois anos antes, em 1991, Carlos Lima, seu antecessor, tinha dado o mote para a realização das Festas em data própria, Agosto, na sequência da ruptura com Angra do Heroísmo, na realização alternada das Sanjoaninas, o que ocorreu em 1987.
A partir de 1991 a Praia da Vitória passou a ter, até hoje, as suas próprias Festas.
Quando chegou à Câmara em 2003, José Fernando Gomes, teve de encontrar um modelo de Festa que, diz no depoimento abaixo, se mantém até hoje.
Por um lado criando um calendário anual para a realização das festas e colocando todo o cuidado na divulgação das mesmas, especialmente, junto da Diáspora nos Estados Unidos e Canadá.
O Autarca, que se manteve à frente dos destinos da Câmara até 2005, procurou, com a sua equipa, novas propostas das quais se destacam a Feira de Gastronomia e a aquisição, mais tarde, de uma tenda para a realização dos espectáculos musicais.
José Fernando Gomes, neste mesmo depoimento, afirma que é chegada a altura de inovar e apresentar um modelo novo e “refrescado” das festas praienses.
Um depoimento que pode ouvir na íntegra aqui abaixo.

 
Presidente da Comissão das Festas – Manuel Ortiz

O Engenheiro Manuel Ortiz foi o Presidente da Comissão das Festas 1993, não encarou o facto com demasiada preocupação porquanto fizera parte da Comissão que as tinha realizado em 1991.
Neste ano a equipa que liderou, embora mantendo em tudo, o modelo das Festas de 91, decidiu inovar trazendo dois cantores nacionais – Fausto e Dani Silva, este acompanhado por outros músicos que viriam depois a gravar discos a solo.
A decisão mais controversa que a sua equipa teve que tomar foi a de não levar a cabo a tradicional Tourada de Praça, o que criou, na época, controvérsia junto da população.
Tal decisão ficou a dever-se ao facto de, dois anos antes, em 1991, a mesma ter dado prejuízo e ainda com a circunstância da tourada ter de se realizar em Angra obrigando, para que pudesse ter mais público, a que se esvaziasse o programa na Praia da Vitória.
Por outro lado, em conjunto, com a delegação de Macau em Lisboa conseguiu que as festas tivessem contado com diversas exposições e iniciativas culturais relacionadas com a presença portuguesa no oriente.
Manuel Ortiz considera que as Festas, embora tivessem crescido, e se tivessem tornado num cartaz turístico interessante, caíram numa certa rotina de modelo que deve ser repensado.
Um depoimento que pode ouvir na íntegra aqui abaixo.

 

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